Archive for Setembro 2016

Dia quente - Rodox #fridaysong ♫♥♪

Rodolfo volta à #fridaysong, mas desta vez com uma antigona da época do Rodox. Cara, releve a parte de "você é minha metade. Fora isso, a música é bem massinha. Play sim ou com certeza?

Eu sei quem escolheu a gente
Pra ser um corpo só
Só quem me conheceu doente
Vê como estou melhor assim

O tempo vem,
Se você deixa vir.
Eu acordei,
Bem pouco tempo antes de dormir.

Tivemos um dia quente
Tão diferente de onde ia estar

Onde eu passei
Você tentava me encontrar
Eu aprendi
Que prá reviver é só lembrar

Tivemos um dia quente
Se o fogo é bom eu deixo queimar
Se você está aqui
dormindo ao lado meu
É bem verdade você é minha metade
Se você está aqui como eu pedi a Deus
Vamos mudar de ar e caminhar como um só

Hoje eu vejo na parede
Quem sempre esteve lá presente
Como eu mudei
E ainda há tanto que mudar

Vivendo aqui
Ou em qualquer outro lugar
Teremos um dia quente
E muitos ainda vão esquentar

Se você está aqui
comigo ao lado meu
É bem verdade você é minha metade
Se você está aqui como eu pedi a Deus
Vamos mudar de ar e caminhar como um só
Confesso que andei perdido
Reduzido a pó
Sem chão pra cair
Das flores que eu olhei
Você é a mais perfeita que eu já vi
sexta-feira, 30 de setembro de 2016

5 estágios do término de um relacionamento

Se existe algo que realmente mexe com a nossa vida é um relacionamento. Seja o início ou o término dele, provoca um avalanche de experiências, pensamentos, ideias,  sensações, sentimentos e mudanças. Hoje eu quero conversar especialmente com as pessoas que viveram ou estão vivendo o término de um relacionamento, seja qual for o  motivo (ou outra grande perda).


Peço licença aos profissionais da psique para tomar emprestado deles o "Modelo de Kübler-Ross", uma psiquiatra que estudou casos de pacientes com doenças terminais, descrevendo os "Cinco estágios do luto/perspectiva de morte" que se aplicam às perdas da vida e aqui vamos direcionar ao fim de um relacionamento:

1 - Negação e isolamento: esta é aquela fase em que a pessoa não quer sair de casa, conversar, não tem ânimo para nada e não aceita aquela condição. Neste estágio, não aceitamos o término, a forma como aconteceu, nos iludimos achando que é algo passageiro, corremos atrás, alimentamos todas as esperanças, pensamos que talvez não tenha sido bem assim e "ele(a) ainda gosta de mim". Geralmente nesta fase, não queremos nos desprender de tudo aquilo que nos liga à pessoa amada com inúmeras justificativas para enganar a nós mesmos: respeito, carinho, "não faz mal". Recorremos o tempo todo às lembranças física ou mentalmente. Outra faceta é a cantada em tantas músicas "a le Wesley Safadón", que são as fugas para fingir que não se importa: curtir, beber, ou para os cristãos, mergulhar numa intensidade de práticas religiosas fora do comum etc. etc..

2 - Raiva: neste estágio vem aquela raiva enorme: "Mas por que ele terminou comigo?" "Eu não merecia isso!" "Eu fui tão bom namorado" "Que vida injusta" "Ah, Deus, mas eu fiz tudo tão certinho" "Ele não presta!" "Do que adiantou escolher esperar, hã?" e seguimos esbravejando mundo a fora, totalmente revoltado(a). É a fase do "vou sair pegando geral!"

3 - Barganha: o mais "evangélico" de todos os estágios. Nele ficamos bem certinhos ou "bonzinhos" de novo para barganharmos conosco mesmo, com o ex e com Deus. É a etapa do "vou só olhar o perfil dela". Com Deus dizemos: "Pai, se der certo a gente voltar, não vamos mais fazer isso e aquilo", "vamos trabalhar juntos na obra" ou em outros casos: "se você me der outra chance, agora a gente casa" "a gente visita mais seus pais", "vou te elogiar mais", "vou ceder aos seus desejos".

4 - Depressão: ao se dar conta de que nem barganha, nem negação, nem raiva trouxe o relacionamento de volta, a pessoa evolui para um estágio de dor e tristeza mais profundo. É quando de fato começa a "cair a ficha". Vem o desânimo, apatia, choro, desesperança. "Nunca mais vou ser feliz de novo" "não vou amar outra pessoa assim" "ninguém é como ele(a)" (às vezes, não ter alguém como a pessoa perdida é a melhor notícia de todas, mas só lá na frente você se dará conta)

5 - Aceitação: já sem desespero e sem negar sua realidade, começamos a aceitar o fim daquele ciclo/relacionamento. É uma fase de paz e de recomeçar a caminhada, reaprendendo a viver, reconstruindo e recriando hábitos. Esta fase é real e eu creio que ela chegará em sua vida por mais que esteja parecendo impossível agora!

Os estágios do luto não são necessariamente todos (alguns passam por 2 deles, por exemplo) para todas as pessoas e quanto tempo cada um demora é relativo. Ao longo dos anos trabalhando no @worksolteiros, acompanhei histórias, além de minha própria experiência. Vi pessoas superarem seus "lutos relacionais" e serem felizes. Deus é restaurador de corações e o Espírito Santo, nosso Consolador. Se você está sofrendo, procure ajuda de pessoas sábias, tementes a Deus, assim como de profissionais que poderão te ajudar a conscientizar-se do estágio em que está e ajudá-lo a não ficar estagnado(a) nele, avançando para a aceitação. Deus é especialista em novos começos (que nem sempre é o que esperamos, mas é sempre muito mais excelente!)

Se você está vivendo esta grande dor, recomendo muito a leitura deste texto: Restaurador de S2

Ósculos de esperança,

Iky Fonseca
quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Pode falar Senhor. Estou escutando.

Vi a indicação do livro "Pode falar Senhor. Estou ouvindo." em uma anotação por aqui e comecei a pensar sobre isso. (Não sei o nome do autor..)

Antes de começar a estudar psicologia, pensava que escutar era apenas calar e prestar atenção no que o outro estava falando. Porém, depois estudando aprendi que ouvir é uma coisa, escutar é outra. A escuta passa pelo processo de silenciar também suas intenções, pré julgamentos, seus pensamentos, e até os que se referem ao que dizer depois que o outro terminar de falar. Silenciar pra si por alguns instantes e deixar sua atenção apenas no outro, de modo geral no que ele quer lhe dizer. Algo que nem sempre é fácil, mas que é possível e muito legal nos momentos em que acontece, pra ambas as partes. O ambiente costuma influenciar nas conversas entre as pessoas.

Dessa forma estive pensando nos montes. Na escolha de Jesus de sair dos lugares em que estava para orar em lugares sem muitas distrações. Um lugar propício para escutar a Deus. 

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Nossos montes não precisam ser necessariamente os montes literais, mas locais que facilitem nossa comunicação com o Pai. Pode ser um horário em que sua casa esteja mais tranquila, ou um momento desconectado das redes e pessoas em volta, uma viagem sozinho ou em grupo com o mesmo objetivo; um momento em que nossa atenção, nossos olhos e ouvidos estejam totalmente voltados para o céu. Deus tem todo o poder para falar com a gente em qualquer lugar, mas nós temos nossas dificuldades, nem sempre escutamos.

Muitos homens e mulheres que caminharam com Deus escutaram dele, nos seus "momentos de monte", coisas que transformaram suas vidas, como também as de muitas pessoas. Mas, por causa da ansiedade e coisas semelhantes, às vezes é um desafio aquietar o coração pra falar e escutar a Deus. "Aquieta minha'lma faz meu coração ouvir tua voz..." Conhece essa música? É linda..


 "Tendo despedido a multidão, subiu sozinho a um monte para orar. Ao anoitecer, ele estava ali sozinho," Mt 14:23


Que os "momentos de monte" sejam mais frequentes (a começar dessa pessoa do lado de cá),


Bárbara.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Sapatos adequados, pés sem cicatrizes.

Dedico esse texto às garotas que amam sapatos, mas que dedicam suas vidas ao criador dos nossos pés e guia dos nossos passos.

Quero lhes contar a história de uma garotinha e seu gosto peculiar por sapatos. Ela tinha cerca de sete ou oito anos de idade, sua mãe havia lhe presenteado com um tênis vermelho, ele tinha algumas pequenas flores em sua superfície, era o tênis mais bonito que ela já tinha visto, deveria ser rosa, mas tudo bem, ela aprenderia a gostar de vermelho. A partir daquele dia não havia outro sapato em sua sapateira, o tênis vermelho servia com todas as roupas e era usado em todos os lugares, mesmo que suas irmãs discordassem disso.

O tempo foi passando, o tamanho do seu pé não era mais o mesmo, porém o tênis continuava perfeito, apesar de tão utilizado. Sua mãe decidiu doar o tênis, mas a teimosa menina, como sempre, discordou, afirmando que o tênis ainda lhe servia. Começou a encurvar os pés para se adequar ao tênis e a andar lentamente, pois os dedos estavam calejados e doloridos. O tênis ficou velho e foi para o lixo.

Nove ou dez anos se passaram, a garotinha agora era uma adolescente, ainda apaixonada por sapatos, mas agora preferia os saltos de 15 cm ao tênis vermelho. Sua amiga iria se casar, era do grupo jovem da igreja, todas as garotas estavam ansiosas para o grande dia. E como toda ocasião especial merece um sapato especial, lá estava ela, admirando os sapatos expostos na vitrine. Bastou um olhar, ele era lindo, combinava perfeitamente com o vestido, caberia no orçamento da sua mãe, perfeito, era “o sapato”. A menina só esqueceu que talvez ele não coubesse no seu pé. Por que não, se era exatamente o número que ela calçava? Bastaram 5 segundos e uma rápida andadinha em frente ao espelho, não existiria no mundo um sapato mais adequado.

Chegou o dia da cerimônia, a menina demorou tanto se arrumando que chegou atrasada e não encontrou assento na igreja. Não demorou muito para que ela percebesse o quanto aquele sapato a incomodava. Ela torcia para que aquela cerimônia chegasse ao fim, acho que nem o noivo estava tão ansioso para o esperado “eu os declaro marido e mulher”. Durante a festa, a menina ficou paralisada como um poste, sentia muita dor nos pés, olhava para o sapato e se arrependia de tê-lo comprado.

Agora acho que devo uma explicação sobre o porquê dessa história. Bom, essa garotinha era eu, hoje, tão teimosa e amante de sapatos como antes, muitas vezes insisto em levar para casa diversos pares que não se encaixam perfeitamente em meus pés.  Porém esses sapatos possuem nomes, eu os chamo de “MINHA VONTADE”.



Eu contei a história desses sapatinhos para lembrá-las que todas as vezes que olhamos as coisas sob a nossa perspectiva, que esquecemos que existe um Deus soberano que tem pensamentos de paz a nosso respeito, e que desejamos que as nossas vontades sejam realizadas, mesmo quando não sabemos se é a vontade do Pai para as nossas vidas, calçamos sapatos que não se encaixam em nossos pés. A princípio eles nos parecem perfeitos, mas com o passar do tempo, calçá-los se torna algo doloroso. Quando escolhemos a nossa vontade, caminhamos lentamente, ou até mesmo ficamos paralisadas, e quando isso acontece, não conseguimos chegar ao centro da vontade de Deus, não prosseguimos para o alvo, porque estamos estagnadas.

Recebemos uma nova vida em Cristo Jesus, nossos pés não são os mesmos, por que encurvá-los com o intuito de calçar sapatos que não mais lhes servem? A nossa vontade não nos cabe mais. “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim”(Gálatas 2:20). Hoje, a minha oração é que ao olharmos as vitrines da vida, possamos nos lembrar do sacrifício de Cristo, da sua maravilhosa graça, que desejemos unicamente a sua vontade, crendo na sua soberania e na certeza de que a sua vontade é boa, perfeita e agradável.

Jeremias nos lembra perfeitamente do perigo de escolhermos sapatos errados quando diz: “eu sei, ó Senhor, que não é do homem o seu caminho; nem é do homem que caminha o dirigir os seus passos”. Enquanto insistirmos em olhar para as vitrines confiando no nosso próprio entendimento, enquanto 15 cm a mais altura por alguns minutos custarem as cicatrizes de pés feridos e calejados por uma vida inteira, e enquanto a beleza do sapato for mais importante do que o caminhar, o caminho e o guia do percurso, não saberemos o quanto é prazeroso andar confortavelmente na presença de um Deus que se importa com a integridade dos nossos pés.

Que diante de tantas escolhas, deixemos o Pai escolher por nós, que nos deleitemos tanto no Senhor, ao ponto de que a nossa vontade se torne a vontade dele, assim Ele satisfará o desejo do nosso coração. Ele sabe o número que calçamos, a forma mais adequada, Ele conhece a cor que mais combina, afinal, Ele criou os nossos pés, portanto, deixemos que Ele dirija também os nossos passos.

Presente de Jaqueline Marques

A coluna de segunda, "Presentes", publica textos de nossos leitores e não expressa necessariamente a opinião deste site. Se também deseja que seu texto seja publicado, envie-nos para o e-mail worksolteiros@gmail.com.
  
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
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Sexo é presente de casamento

Havia um jovem que chamava atenção em sua comunidade de fé por ser bastante prestativo. “Não nego ajudar um irmão qualquer porque encaro isto como um serviço. Se for pra varrer templo, puxar cadeira, lá estarei”, dizia ele com um tom de voz que era notório perceber sua humildade. Garoto forte, tanto espiritualmente quanto fisicamente.

Certo dia mudou de cidade, foi para um lugar distante de onde morava para realizar um grande sonho seu, no qual passara anos batalhando para tal momento: o mestrado. Lá, pôde conhecer pessoas novas, fazer novos amigos, morou sozinho, aprendeu a cozinhar e a lavar roupa, conheceu uma garota ... sim, conheceu uma garota. “Menina gente boa”, dizia ele, enquanto ela pensava “quero esse cara”. 

Claro, ele buscava a amizade dela e ela a amizade dele. Enquanto os dois se conheciam mais, ficava no ar um clima de “iiih isso vai dar em algo”. Então, em um dia qualquer, ela confessa que há um sentimento para além de amizade ardendo em seu peito. Ele diz o mesmo, mas que precisavam orar primeiro, situação que ela achou estranho. Nosso nobre jovem não conseguia tirar o sorriso da sua grande amiga de suas lembranças.  O perfume dela era vivo em sua memória, estava quase convicto que estava apaixonado.  Em outra vez que se encontraram, houve um jogo de indiretas e não resistiram, se beijaram. Quando a coisa estava tendendo para outros “afins”, para não dizer de uma forma mais direta, para o sexo, ele ouviu uma vozinha “não é amor não, é laço”, então nosso jovem deu um pulo, se deparou com sua companheira sem blusa e disse: “sexo é um presente de casamento. Desculpa, vou ter que ir embora”. 

Parece ser algo óbvio ” ôh, claro que todo mundo sabe que só se deve transar após o casamento. Somos macacos velhos no evangelho”. Mas será que algum de nós pensaríamos nisto se por um acaso nos deparássemos com uma situação parecida?  Será que é fácil recusar uma proposta dessa? Não falo apenas sobre homens, mas também sobre mulheres. Garotas, é fácil? Não é! Deus não nos fez com cérebros, hormônios e etc. para sermos assexuados, muito pelo contrário. O sexo é uma benção de Deus para nós, mas será que sabemos o que é sexo além de ser uma prática? Como não discutir um tema como esse com constância? Convido-lhe a participar do #worksix, que vai tratar sobre esta temática a luz da bíblica. Se Inscreva já !!!

Samir Santana
domingo, 25 de setembro de 2016

O amor é assim - Quarto Fechado #fridaysong ♫♥♪

Vamos abrir um pouquinho a porta do #QuartoFechado aqui na #fridaysong para dizer que O amor é assim, tem dias bons e ruins, mas ele é bonito assim. ^_^ (Por falar em Quarto Fechado, recomendamos super a banda, se por acaso você não conhece. O som dos caras é legal, letras massa! e não é banda de românticas não. É um rockzinho estilo. Chega de falar, =P play!)



Dia lindo pra ela dizer sim
Pirueta, se precisar eu faço
Cabelo pro lado, anel preparado
Meu bem, hoje nada vai dar errado
Vou fazer um clichê no dia dos namorados

Da última vez que a gente se viu
Foi tanto amor, que o céu se abriu pra nós
Da última vez que a gente se viu
Foi tanta sorte

Da última vez que a gente se viu
O pau fechou e nada sorriu pra nós
Da última vez que a gente se viu
Deu quase morte

Noite longa, melhor me esconder sim
Pirueta, nem ela me salva hoje
Cabelo puxado, um anel jogado
Meu bem hoje tudo vai dar errado
Vou dormir no sofá no dia dos namorados

É, o amor é assim, dias bons e ruins
Hora vem, hora vai, hora leva, hora trás
E não há como evitar a gangorra que faz
Do amor ser bonito assim

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Nosso endereço, nosso apartamento...

Sabe aquela... Reflexão óbvia que te chama para realidade? (Se você achou que o complemento da pergunta era outro, a culpa não é minha =X) Dia desses tava, como de costume, rindo dos vídeos da Fabiolinda Melo no Youtube e me chamou atenção um em que ela contava sobre coisas da vida de recém-casada. Ela falava sobre ter tudo em comum com seu novo cônjuge - tudo mesmo.

Como diz a musga (que por sinal eu não gosto, rsrs, e provavelmente alguém cantou mentalmente ao ler o título deste post), quando você casa não existe mais "minha casa", "minha cama", "meu banheiro", "meu quarto"; sua nova realidade passa a ser: "nossa cidade, nosso telefone, nosso endereço, nosso apartamento". 

Poiser. Talvez você seja uma pessoa "romantística" e esteja achando tudo isso lindo, mas para mim  é um pouco confrontador. Sou o tipo de pessoa que mora dentro do quarto. Quase tudo que eu preciso está aqui (de onde converso com você agora). É MEU espaço, arrumado do meu jeito, meu santuário. É um privilégio ter um quarto só para você. Antes de minha irmã casar, dividíamos este espaço e não era muito legal. Lembro que na adolescência dela a metade do quarto era cheia de pôsteres de Xandy do Harmonia do Samba, e eu acordava vendo aquilo todo dia. Felizmente não desenvolvi traumas. =P É bom poder me trancar aqui, estudar, ler a Bíblia, orar quando eu quiser, ligar e desligar o ventilador a meu gosto.

Sei que casando isso tudo vai mudar. A divinamente louca matemática do casamento é a do 1+1=1. Então, como na igreja primitiva, vocês passam a ter tudo em comum: a família, o espaço, as contas, a rotina, os filhos. Você deixa de ser apenas eu (sem deixar de ser você, ser humano único no mundo, sem deixar de ter amigos próprios e momentos de saudável solitude), mas passa a constituir o nós. Me fascina perceber que "Nós", gramaticalmente, é também primeira pessoa como o "Eu", uma única pessoa, mas uma pessoa do plural. Cara, que fantástico! Juridicamente, sua certidão de nascimento dá lugar à certidão de casamento, é como se da união dos dois, nascesse uma nova e única vida, ambos ali agora registrados em um único documento. Biologicamente também esse mistério se torna real nos "serumaninhos" que geramos: dois escritos em um só código genético. "Tal ciência é para mim maravilhosíssima!"

Que Deus nos capacite a deixarmos todo egoísmo e aprendermos a ser um plural: respeitada a pluralidade, que vivamos a mais perfeita unidade no amor de Cristo.

Ósculos singulares,
Iky Fonseca



quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Você é o melhor pra mim

Era um fato com o qual não queria lidar. Anos ao lado dele, tantos momentos marcantes. Não conseguia entender. Uma sensação tosca. Deixaria de lado a estabilidade de um relacionamento com alguém tão cheio de predicativos (veja esse texto) pra viver emoções que possivelmente passariam como fumaça?! Se fosse por alguém que não tivesse uma vida tão desregrada, tão inconstante. Mas ele não era alguém que favoreceria os argumentos para ela terminar o noivado. Ninguém com bom senso apoiaria aquela atitude. O noivo não dava motivos que justificassem a repentina indiferença da noiva. Mas já não havia brilho em seus olhos ao olhar para ele, embora ele continuasse a amando.

Estava em parafusos. Sabia que aquela confusão passaria. Entendia o que era o melhor pra si. Mas, como se suas emoções brincassem com ela, prendia- se a estranhos gostos que só a fariam mal. O que fazer? Onde estaria o "X" da questão para desenrolar aquele imprevisto? Não era a primeira vez que isso acontecia. Houve outras situações semelhantes.

Ele se casaria com alguém que não o amasse? Há quem case por motivos diversos, mas ele tinha o perfil dos que procuram manter o primeiro amor.

Que estaria acontecendo com sua noiva?

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 A noiva da história acima parece estar confusa e insatisfeita com seus interesses. O que seria o melhor pra ela? Poderia tomar decisões baseada em suas emoções?

O que costuma lhe atrair no outro? Como escolher bem?

Nossa natureza é contrária ao Espírito. Os motivos pelos quais nem sempre desejamos o melhor pra nós aos olhos de Deus,  podem ser bem pessoais e/ou comuns a muitos, pois temos a mesma natureza.

A oração que Paulo fez pelos filipenses pode nos dar um norte nessa questão, além de outros princípios bíblicos que possivelmente vc já conheça:

O que eu peço a Deus é que o amor de vocês cresça cada vez mais e que tenham sabedoria e um entendimento completo, a fim de que saibam escolher o melhor. Assim, no dia da vinda de Cristo, vocês estarão livres de toda impureza e de qualquer culpa. A vida de vocês estará cheia das boas qualidades que só Jesus Cristo pode produzir, para a glória e o louvor de Deus. Fp 1:9-11 (versão ntlh)
E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo; Fp 1:9,10 (versão acf)

Tem deixado de lado seu relacionamento com Deus por conta de outro relacionamento? Por mais cheia de qualidades que seja essa pessoa, com certeza não se compara a quem o seu Noivo É. Como anda seu amor por Ele?

Jesus te ama,



Bárbara Uinan
quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Namorar para casar, eis o propósito


Vivemos em uma sociedade muito liberal. Mas, como cristãos, devemos fazer a diferença em todas as áreas das nossas vidas, inclusive na sentimental. Muitas pessoas vivem namoros vazios, por um status no facebook ou só por ter uma companhia porque é ruim estar solteiro. Para mim, namoro é coisa séria. Namorar exige maturidade, responsabilidade, compromisso, respeito, fidelidade, companheirismo, atenção, carinho, dentre outras coisas. E se tratando de um relacionamento cristão, devemos também ser diferentes. É necessário que você namore com uma pessoa que tenha projetos futuros baseados na palavra de Deus, uma pessoa que possua o sonho e o desejo de constituir uma família. Um relacionamento cristão deve ter propósito e o casal deve sim pensar no casamento. Mas, não podemos esquecer que casamento não é como uma história infantil, tipo Cinderela, Rapunzel, a princesa e o sapo, etc. 

É claro que, na adolescência, as mulheres sonham com seu príncipe de Jeová, mas ele não virá a cavalo, com roupas de gala e com uma espada na mão (risos). Nem sua princesa do Senhor estará em um castelo e será “perfeita” como a Barbie. É preciso pôr os pés na realidade. Não há como negar que muitos cristãos nem pensam em casar-se, mas ainda há aqueles que creem que o casamento é uma bênção. E realmente ele é. Todos nós temos qualidades e defeitos. Quando conhecemos alguém, passamos a conhecer os dois lados. O relacionamento é um tempo de aprendizado, onde o casal poderá conhecer-se, sem pressa, afinal de contas ha tempo para todas as coisas. Além disso, não devemos esquecer que este “conhecer-se” tem alguns limites, por isso, muita calma nessa hora. Foca na santidade!  

Muitos podem até pensar:
 - Mas Joaquim e Maria é da igreja e tem um namoro 100% permissivo, porque eu e minha namorada (o) não pode?
Todo mundo pode, menos eu. 

É simples e fácil responder esta pergunta. Primeiramente, como diz mainha, você não é todo mundo (risos). Segundo, que cada um é responsável pelas suas ações e decisões. Não pecar é uma escolha e sabemos que o pecado nos afasta de Cristo. Quando fazemos péssimas escolhas, devemos estar cientes das consequências. Terceiro, é que, como conhecedores da palavra, sabemos que nosso corpo é templo do espírito santo. Por isso, devemos buscar a santificação e esperar o momento certo para cada coisa acontecer.

“Fugi da fornicação. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que fornica peca contra o seu próprio corpo.
Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?”
(1 Coríntios 6:18,19)

Casar pode não ser um conto de fadas, mas não devemos nos agarrar aos pontos negativos. Não devemos também nos sentir pressionados. Há um tempo para todo propósito abaixo dos céus. Ter um namoro santificado não é uma missão impossível, e sim uma decisão.


Decida viver um relacionamento firme em Cristo e curta cada momento com sabedoria. O momento certo, sempre chegará. Descansa seu coração em Deus, mantenha seu propósito e foque no alvo. Não se deixe levar pela carência e espere no Senhor. Por mais que demore, é melhor esperar por algo que seja eterno e que some na sua vida por completo, do que perder tempo com a pessoa errada e se distanciar daquilo que Deus preparou para você.
Deus abençoe! 

Presente de Rafa Lima

A coluna de segunda, "Presentes", publica textos de nossos leitores e não expressa necessariamente a opinião deste site. Se também deseja que seu texto seja publicado, envie-nos para o e-mail worksolteiros@gmail.com.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
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Por toda eternidade

A vida passa de pressa, com pressa, com medo de ser finda.
A morte nos mostra um rumo por onde se trilha para chegar a vida sem fim.
Muitos não sabem ao certo porque estão aqui,
Sofrendo, vivendo e morrendo um pouco todos os dias.
O caminho que trilhamos de longe pode até parecer largo, mas vai se estreitando até ser apenas nós mesmos,
Sem bobagens, sem bagagens, sem nós mesmos.
Precisa-se morrer para si mesmo e negar-se,
Para encontrar abrigo, para viver Contigo,
Nós, só nós.  Por toda a eternidade.




Isabelly Santos

domingo, 18 de setembro de 2016

Meu mundo não é cor-de-rosa


Não, meu mundo não é cor-de-rosa, até porque rosa está longe de ser minha cor favorita. Mas realmente acredito no bem. Você pode me chamar de iludida, inocente, ou qualquer coisa, mas você não pode me roubar o direito de esperar o melhor das pessoas, porque sim, isso é o que espero delas, porque isso que eu quero que elas esperem de mim. Sim, eu sei, eu corro o risco de tudo dar errado e de ter uma grande frustração, mas não porque eu não acreditei em alguém, infelizmente nem todos escolhem bons caminhos, não sou inconsciente, mas todos são "inocentes até que se prove o contrário" e se for provar, não me escolha como detetive neste mundo louco onde todos inocentes somos de algum modo culpados. 

Não que a inveja não bata em minha porta dizendo que eu não sou tão boa ou tão feliz assim. Não que o ciúme não batalhe por estremecer os alicerces da (auto)confiança. Não que o egoísmo não tente me prender em um quarto organizado e fechado. Não que a desesperança não queira me convencer de que o outro não me quer tão bem. Não que o medo não tente me paralisar a cada alteração na rota.

Mas eu desejo que meus braços sejam alavancas para trazer pra cima, que meu colo seja almofada para outras lágrimas, que meus ombros não carreguem apenas minha própria mochila e minhas mãos aprendam a afagar o corpo mais perto delas. Que meus pulmões encontrem sempre novos ares, sem que meu peito se estufe e meu nariz se empine. Que meus olhos sejam luz e em pureza eu sempre veja aquele que se faz meu irmão - ou não.

Eu prefiro o perdão, ainda saiba que talvez a minha outra face será machucada, prefiro oferecê-la, em dor certamente, não é fácil para mim também, mas sinto que o rancor é muito mais pesado para mim que o carrego. Ele não é uma pedra, não posso atirá-lo para machucar, e ainda que pudesse, eu não poderia deixar de ver que em minha frente Alguém escreve minhas culpas na fugaz areia.

Prefiro ouvir, mesmo sendo grande minha pressa por falar, meu impulso avassalador de expressar, manifestar e reafirmar minha razão. Como é ardiloso o exercício de calar, mas quão grandes lições se escutam.

Escolho olhar o bem, embora minhas pupilas capturem logo o que é defeituoso e diferente, preciso educar meu olhar, fruir cada ser humano como obra de arte de excelência incomparável, cheio de facetas e uma delas certamente me agrada. E nas diferenças, deixar que o outro me ensine a ser melhor de algum jeito.

Decido suportar, suportar em amor e amando, morrer cada dia por quem me faz viver, nos altos e baixos, risos e lágrimas, iras e sorrisos que mantêm meu coração batendo. 

Meu mundo não é cor-de-rosa, mas um dia o mais perfeito amor me permitiu torná-lo colorido e eu não vou ceder à tentação super realista, desconfiada, austera e medrosa de torná-lo cinza de novo. Ainda que alguém me fira, teria pancadas e sangue, roxos e vermelhos, para me dar um pouco mais de cor. É nesse mundo que eu quero viver. Prefiro ter dor, que parar de ver flor.

Ósculos de paz,
Iky Fonseca
quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Sobre conselhos...


Se você acredita em conselhos aqui vai um: siga os seus próprios conselhos.


Sabe, às vezes nós nos auto sabotamos quando não aprendemos com os nossos erros, ou quando nem ao menos aprendemos com os erros dos outros. Hoje em dia percebi que eu me julgo demais, por insegurança talvez, mas quando vejo o quanto as pessoas as quais aconselhei um dia se deram tão bem na vida, eu fico muito feliz e ao mesmo tempo triste comigo mesma. POR QUE EU NÃO SIGO MEUS PRÓPRIOS CONSELHOS ? Não sei, talvez por não me ouvir ou por falta de confiar que Deus pode sim guiar minhas escolhas e desejos, mas que pra isso acontecer eu devo permiti-lo fazer isso, para que eu possa sim saber fazer boas escolhas e dar bons conselhos e seguir naquilo que Ele colocar em meu coração pra fazer.

 Deus quer que nós usemos a nossas cicatrizes pra contar aos feridos que Ele pode curar. Então peça-o coragem e as palavras certas, mas não deixe de aconselhar quem precisa ou de pedir conselhos a alguém de sua confiança por insegurança, porque é melhor pedir socorro antes de ter feito algo errado, do que ter que pedir desculpas depois.

Aos conselheiros de plantão, 
Janine Ângelo .
terça-feira, 13 de setembro de 2016

Pedido

Que eterna seja a esperança 
Acompanhada da minha fé
Que agradecer a Deus pela minha vida
Na manhã,  seja o meu café.

Que apesar de todo sofrimento 
Eu tenha uma alma que não se cansa
Que eu possa conservar para sempre 
O meu coração de criança.

Que eu saiba perdoar
Aqueles que me magoaram 
Que eu seja capaz e amar
Até os que nunca me amaram.

Que eu não julgue, nem seja julgado
Como um infeliz réu 
E isso que eu peço a Deus 
Nosso Pai,  que está no céu. 
     
     Presente de Amanda Moreira 


A coluna de segunda, "Presentes", publica textos de nossos leitores e não expressa necessariamente a opinião deste site. Se também deseja que seu texto seja publicado, envie-nos para o e-mail worksolteiros@gmail.com.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Calandu

Quem olha este serumaninho fofo, liso e loiro na foto ao lado não diz que sou eu, "ruiva natural", cacheada e meio fora da linha. Também não diz que esta aparentemente calma criança era uma bela duma "calanduzeira". Não sei como chama na sua terra (pode ser manha, chilique, ataque de pelanca infantil...), mas nas bandas de cá, chamamos de calandu quando aquele "amor de criança" se joga no chão, esperneia, chora, berra insistindo para que os pais façam a sua vontade. Felizmente minha mãe não fazia. Foi pouco depois desta foto que um abençoado encontro com a vara santa (que na época nem era tão santa lá em casa ainda) me fez mudar de atitude - era o que eu pensava.

É verdade que nunca mais esperneei no chão depois deste inesquecível dia, mas conversando semana passada com uma irmã, eu percebi que continuava "dando calandu". A frase que me confrontou foi essa: "Se eu não aceito o não de Deus com ações de graças, eu não estou aceitando o não de Deus". Pow!!!!! A bródinha foi demonstrando como quando "esperneamos" ante o não de Deus, demonstramos quão pouco confiamos nEle e certamente nosso Pai fica triste. 

Cara, passou um filme na minha memória e lembrei de quantas vezes Deus me disse não (já até escrevi em outros textos) e não aceitei com uma boa ovelhinha faria. Esperneei com Deus, chorei, briguei, "dei calandu", teimei. Tipo assim:


Essa propaganda (mt boa, admito) vai te ajudar a entender o quanto um calandu é; "Miga, para que tá feio."

Tolinha, depois percebia sempre Seu cuidado com aquele não, e até quando não entendi, percebi que era amor. Tantos anos depois, me senti envergonhada por perceber que ainda pareço tanto com aquela garotinha e me encontrei novamente com a vara, desta vez não da mãe, mas do meu Pai celestial, me admoestando com seu amor infalível. 

E você, continua "dando calandu"? Acho que já estamos crescidinhos pra isso, não é mesmo? Que tal permitirmos que Ele nos amadureça antes que a vara endureça?
Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você. Não sejam como o cavalo ou o burro, que não têm entendimento mas precisam ser controlados com freios e rédeas, caso contrário não obedecem. Muitas são as dores dos ímpios, mas a bondade do Senhor protege quem nele confia. (Salmo 32:8-10)

Ósculos corrigidos,

Iky Fonseca

P.S.: A bíblia conta a história de dois filhos. Um era calanduzeiro, disse que não ia, mas depois obedeceu o pai. É melhor assim, que o outro, que teve a aparência de obediência, mas depois não fez a vontade do pai. Mas melhor mesmo, é obedecer nas duas instâncias =)

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Obstáculos

Há obstáculos por toda parte. Nem sempre a cota de paciência ou ânimo aparenta ser suficiente no momento para encará- los, respirar fundo e buscar coragem na Fonte aqui dentro. Mas, precisam ser vencidos, ainda que para isso às vezes seja preciso "perder" de alguma forma- como nos momentos em que nos damos conta que o orgulho precisa sair da bagagem.

"Quem dera não se repetissem", registrou a impaciência. "Apenas novos desafios, apenas novas montanhas pra escalar". Não é bem assim. Alguns obstáculos costumam estar sempre em meio às 24h. Até que como uma técnica dominada pelo treino, já não pedem tanto esforço, embora continuem a pedir exercícios.

Alguns escondem- se nas imperfeições e dificuldades humanas; outros estão evidentes nas circunstâncias; alguns não podem ser vencidos por meios naturais, como nos "saltos de obstáculos", mas apenas por meio de "saltos" de fé, confiança em Deus, oração, adoração, por meio de armas espirituais.



Parece faltar força, ânimo, determinação, energia em muitos momentos nas sagas da vida. Formados do pó, revestidos de carne e osso, feito barro nas mãos do oleiro, não há como o "homem" fugir de suas fragilidades. Seres completamente dependentes da fortaleza que É o Senhor, dependentes do revestimento do Espírito, dependentes da Nascente da água da vida. 

Ainda que frágeis diante de ursos, leões e gigantes, ter a convicção de que com o Senhor dos exércitos é possível vencê- los faz toda diferença.

Embora alguns desafios sejam constantes e demorem a passar, servem de treinamento e revelam o cuidado de Deus com o seu povo, como no exemplo do trecho abaixo: 
Farei com que os seus inimigos fiquem apavorados. E, quando vocês forem avançando, eu expulsarei os heveus, os cananeus e os heteus. Não os expulsarei num ano só; se eu fizesse isso, a terra ficaria deserta, e os animais selvagens se tornariam numerosos demais, prejudicando vocês. Pelo contrário, eu expulsarei esses povos pouco a pouco, até que vocês se tornem mais numerosos e tomem posse da terra. Ex 23: 28-30
Há desafios que precisam ser passados pouco a pouco por motivos específicos, mas ficarão pra trás.


Bárbara Uinan
quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Quem é você?

Quem é você ? Tá aí uma pergunta que não é tão simples assim de ser respondida se não formos pela linha de pensamento que hoje é habitual, de pensar que o que você é está atrelado a aquilo que você tem, o seu sobrenome talvez, ou sua graduação, carreira, hobbies etc. Dizer que é cansada(o), estressada (o), não vem ao caso, num mundo de felicidades ''instagrânicas'' a sua humanidade está fora de questão. Esse tipo de pensamento vem depreciando as pessoas, que acabam buscando em demasiado por coisas terrenas, palpáveis e tão fugazes que acaba nos provocando uma inquietude do tipo que nada é suficiente, e dentro de si fica um sentimento de algo inacabado.

O que não entendemos às vezes, é que essa angústia é saudade do céu, pois nossa alma por ser eterna não se contenta com coisas terrenas.


Portanto, você pode ter muitas tarefas por aqui, carreira, hobbies e muito mais, pode também ter alguns defeitos, mas não pode esquecer que é estrangeiro nessa terra e que não deve se apegar tanto a coisas tão perecíveis. Temos de lembrar que o nosso Pai tem um refúgio eterno preparado pra nós onde poderemos descansar nossas almas, se a Ele entregarmos todas nossas inquietudes e não esquecermos de quem somos. 
[...] Todavia, ao seguirem seu caminho, são sufocados pelas muitas ansiedades, pelas riquezas e pelos prazeres desta vida, e não conseguem amadurecer. ( Lucas 8:14) 
                                        Música: Roberta Spitaletti - Estrangeiro
                   
                     
             Janine Ângelo.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Como se fosse à primeira vez

Era uma vez, dois jovens que se conheceram na faculdade. A moça se chamava Rebeca e o rapaz chamava-se Mateus. Eles tinham vários amigos em comum, e por isso, sempre se encontravam em congressos, cultos, festividades na igreja, aniversário dos amigos, etc.

Com o passar do tempo à amizade só aumentou e os dois perceberam que tinham muitas coisas em comum. Passaram a ter vários diálogos pelas redes sociais e resolveram sair para tomar aquele sorvete na pracinha da cidade. Aquela tarde nunca mais foi à mesma para esses dois jovens. As tardes de domingo tinha lugar certo. Para não ficar sempre a mesma coisa, mesmo que tomassem aquele sorvete, escolhiam um sabor diferente ou ia até o quiosque de Dona Maria tomar um milk-shake de chocolate e morango (o predileto dela) e o de amendoim com coco (o predileto dele). A cada dia que se passava, Rebeca e Mateus foram sentindo um carinho muito especial um pelo outro. 



Em um domingo, Mateus a convidou para ir ao culto. Às 19:00 horas, tirou o carro do seu pai da garagem e passou na casa de Rebeca, que morava a 10 minutos da sua casa e a levou para a igreja. Naquele domingo, Mateus pretendia ir além. No final do culto, ele poderia ter levado a moça na cantina da igreja para comer aquela famosa coxinha (risos), mas ele levou a bela jovem para comer uma pizza (tudo acaba em pizza rs). A conversa foi maravilhosa. Mateus segurou na mão de Rebeca e disse para ela que estava apaixonado pela mesma. Rebeca ficou surpresa, mas também aproveitou a oportunidade e disse ao belo rapaz que também sentia o mesmo por ele. O riso foi constante naquela noite. Ao chegar em suas casas, tanto Mateus como Rebeca estavam explodindo de felicidade. Mateus disse a seus pais que estava amando uma moça e que pretendia assumir um compromisso. Rebeca disse a seus pais que estava amando um rapaz e que estava em oração, pois o mesmo a fazia muito feliz.

Os dias foram passando, e em um sábado à noite, Rebeca foi surpreendida. Mateus foi até a sua casa, com um belo buquê de rosas vermelhas e levou uma aliança de compromisso. Sim. Ele a pediu em namoro. Seus pais abençoaram o relacionamento e eles passaram a viver uma nova fase. Os dois mantiveram um relacionamento por dois anos, com aconselhamentos, acompanhamento dos pais e sempre vigilantes para não cometerem nenhum pecado, pois estavam focados no propósito com o Senhor. Mateus tinha certeza que tinha encontrado a mulher da sua vida, e resolveu dar mais um passo: o casamento.

Em uma sexta-feira, Mateus foi ao trabalho de Rebeca, reuniu amigos e familiares e fez um pedido surpresa. A emoção foi grande demais. Rebeca se deu conta de que tinha encontrado o amor da sua vida, o companheiro que sempre esteve nas suas orações.

Depois de um ano e meio de noivado, chegou o dia do casamento. Neste dia, Mateus escreveu um belo texto e leu em voz alta:

“Meu amor. Desde o primeiro dia que ti vi senti algo único e especial. Em oração, sempre pensava na gente. Contei ao Senhor todos os meus planos e projetos e eu tinha plena certeza que ele cuidaria de cada detalhe. Hoje estamos realizando um de nossos sonhos. A partir de hoje, seremos apenas um. A alegria está transbordando em meu ser, pois encontrei a mulher da minha vida. Foi por você que orei. Foi você que esperei. Você é um presente de Deus pra mim. Lembra-se daqueles sorvetes na praça? E os milk-shakes no quiosque de Dona Maria? Pois é. Foi ali que tudo começou. A nossa história foi escrita por Deus e eu prometo que irei amar-te todos os dias da minha vida como se fosse a primeira vez. Eu te amo hoje, sempre e eternamente.”

Esta história surgiu na minha mente. Sabe aqueles dias chuvosos em que você coloca pra tocar aquele playlist favorito?

Pois é. A inspiração veio no ar e comecei a digitar. Essa história não é real, mas já imaginou que um dia ela poderá tornar-se realidade?

O relacionamento é um preparo para o casamento. Ter um namoro com propósito é indispensável na vida de um jovem cristão. Cada um de nós é livre para fazer suas escolhas, mas quando começamos algo sobre a direção de Deus, nossa história pode ter um final surpreendente. Nunca é tarde para recomeçar. Se um dia você errou, lance no mar do esquecimento. Uma nova história o Senhor tem preparado para cada um de nós. Um namoro baseado na palavra só tende a ser edificado. Que possamos buscar todos os dias sabedoria no Senhor e entender o seu tempo. Esperar não é ruim. Por mais que o tempo passe, não fique ansioso (a). Entrega os teus planos e projetos ao Senhor e confia nele. Como diz o pastor Nelson Júnior: “A pressa é inimiga do coração.”

“O amor está tão perto

Mas só no tempo certo vai chegar...” (Marcela Taís)


Deus abençoe amadinhos e amadinhas do Senhor Jesus!
Rafaella Lima

A coluna de segunda, "Presentes", publica textos de nossos leitores e não expressa necessariamente a opinião deste site. Se também deseja que seu texto seja publicado, envie-nos para o e-mail worksolteiros@gmail.com.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
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A chave para o sucesso


Em alguns momentos, aquele momento em que todo ser humano reflete sobre a sua vida, visualizando seu futuro como se possuísse o poder de manuseá-lo; analisando seu presente, a fim de que possa perceber em quais pontos ele pode melhorar; nos momentos que se torna um transeunte, vagando pelos próprios pensamentos querendo compreender ou achar qual é a chave que irá destrancar os portais que lhe darão acesso ao sucesso de prosperidade – no sentido resignificado dessa palavra, que é generalizada e relacionada somente ao aspecto financeiro.


Vive-se as vezes, com o foco nestas coisas, nas coisas materiais. Vive-se pensando apenas no futuro, em como ser rico e etc., quando se deveria pensar nas coisas do alto. Esta busca incessante pelo ouro e pela prata trás um fardo pesado, porque deixa-se de viver uma vida mais tranquila, perde-se oportunidades de ouvir uma mensagem de Deus, de viajar, curtir os amigos porque o foco está neste sucesso e que é buscado pelas próprias mãos.

Tudo bem, enquanto vivermos aqui, óbvio que temos que nos qualificar, trabalhar, estudar e tudo isso requer um esforço, mas o que estou dizendo não é que não devemos buscar uma boa situação financeira para que possamos viver bem e dar uma vida confortável para nossas futuras famílias, mas o que digo é que não podemos nos apegar a isto, e sim ao Senhor. Uma dica de como nós devemos realizar nossos afazeres para termos sucesso neles, afazeres em diversos aspectos, creio que Deus nos deixou isto:

“O que vocês fizerem façam de todo o coração, como se estivessem servindo o Senhor e não as pessoas”. Colossenses 3:23.


Está é a chave para o nosso sucesso: Deus.

Samir Santana
domingo, 4 de setembro de 2016

MULHER IMPROVÁVEL?! EU SOU...


“Pelo contrário, esteja em vosso ser interior, que não se desvanece, toda a beleza que se revela mediante um espírito amável e cordato, o que é de grande valor na presença de Deus.” 1 Pedro 3: 4-5

Que me desculpem as “bonitas”, mas fé, personalidade, bom humor, naturalidade e apetite são FUNDAMENTAIS! Tudo bem, não sairemos de casa com a cara e o bafinho de “Rosas Silvestres” que acordamos toda manhã, mas subjugar uma mulher apenas por uma perspectiva limitada a aparência física é um grande equívoco! Deus nos inspira a enxergar a formosura em quem o busca com paixão, e não no cabelo que não possui pontas duplas, né?!

O conceito que o mundo construiu sobre a beleza, é superficial e cruel com as pessoas normais e essencialmente naturais em suas escolhas e preferências. Vemos uma valorização crescente pelo exterior; a imagem de “Troféu” que muitos buscam possuir, talhando os corpos para satisfação de terceiros e inveja de outros tantos; oculta a necessidade de valores espirituais que de fato, representam uma beleza herdada por nós e gerada no centro da vontade e paternidade de Deus.

Eu gosto mesmo de gente verdadeira que me faz rir, rindo das próprias “tretas” cotidianas ou chora quando o coração aperta, que ama as coisas simples e naturais da vida como um refrescante ventilador, mesmo que este seja terrivelmente barulhento. Sou fascinada por gente que gosta de comer e não troca um pedaço de lasanha por um prato com rúcula e alface, apenas para manter o corpo como alvo de apetite alheio.  

Sejamos mulheres de verdade e improváveis diante dos padrões impostos pela sociedade. Amemos umas as outras valorizando o que realmente temos de belo e eterno: O amor de Deus por nós! E caso alguém tente te mudar para “beleza” ideal, segura a onda e fala pra você mesma: Melhor não! Comigo... Sempre funciona! =D

Queijos e Beijos,
Tacila Sousa

sábado, 3 de setembro de 2016

Letras para um dia frio


Um dia se passando, sol caminha tímido disfarçando-se sob as cortinas cinza-pálido. E eu aqui, busco minhas letras em qualquer cabideiro nem sempre organizado. Mas é acalentador saber que, mesmo que as tenhas que procurar com afinco, elas estarão lá, limpas, me esperando para as usar, esperando me aconchegar e em tempos de tanta frieza, silenciosas, me esquentar. Elas se encaixam perfeitamente, costuram-se sob o molde de cada dor, cada amor, cada sentimento bem sucedido ou mal resolvido. São letras para um denso inverno. Dias em que o quarto fechado parece o melhor lugar pra se estar. Lá fora, tudo tem a mesma cor, tão pouca cor, cor de vazio. O chão escorregadio, faz deslizar toda segurança, autoconfiança, estabilidade. São camadas de espesso medo sob meus pés, trazidas pelo forte vento pra dentro da minha alma. Aqui dentro parece tão mais confortável. Mas não tão dentro. O silêncio do quarto me põe a ouvir meus próprios sons que têm mais pausas que melodias. Notas incertas, acordes que não se encaixam, harmonia congelada em algum tempo. E antes de ir-me embora, antes que a hipotermia me desmaie, as letras me aquecem. Não apenas as minhas, mas para além dos cabides, encontro outras palavras guardadas no coração. Elas me dizem que não está longe a primavera, e por mais impossível que ela pareça ser, já há alguma vida sendo gerada abaixo das camadas de transparente solidão. Elas dizem que ainda há cor, o raio do Sol que rasgou todas as cortinas incidirá sobre o diamante de gelo e refratará todo este branco em arco-íris de flores, o inverno vai passar, a chuva cessar e ir-se embora como se foi a minha canção, e esta voltará sobre as asas da pombinha com seu ramo de oliveira.

Congelando ósculos,
Iky Fonseca 

Letras em melodia para aquecer a esperança

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Quem somos?

Jovens que escolheram a santidade para todas as áreas de suas vidas, inclusive para os relacionamentos. Acreditamos que a família é um projeto tão importante que devemos investir nele antes mesmo do namoro e do casamento.

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