domingo, 11 de junho de 2017




Pateticamente, Jerônimo olhou para tudo o que tem e estava quase convicto de que suas conquistas foram exclusivamente mediante ao seu esforço. Ninguém sabe o quanto que ele suou, lutou, para hoje ser o Jerônimo Vasconcelos. Que homem! Mas algo o incomodava. Era preciso tomar uma atitude diferente da qual ele vinha tomando. Qual? Jerônimo não sabia ao certo. Mas ele pensou e chegou a uma conclusão que ...
Jerônimo não veio ao mundo num berço de ouro. Pai motorista e mãe autônoma (vendia docinhos na praça), ele não almejava ser rico, mas queria possuir o mesmo respeito que os seus pais possuiam. “Caráter, um esposo e pai respeitoso, um centurião do meu lar é o que eu quero ser. Um bom amigo, um bom aluno e profissional, tudo isso é mais importante do que ‘la plata’”, era o que o rapaz pensava.
Pois bem, para resumir a história deste grande homem: começou a trabalhar desde os 15 vendendo doces com a mãe. Sempre teve um olhar empreendedor, adentrou no curso de administração, se formou, abriu uma empresa que foi crescendo. Passou poucas e boas, mas conseguiu vencer. Se tornou rico? Não podre de rico, mas conseguiu ter uma vida confortável. Viagens, carro do ano... dava pra viver bem.
Ele não é mais o Jerô da vizinhança, dos velhos “babas” de rua, agora é o Jerônimo Vasconcelos. Mas algo o incomodava. Era preciso tomar uma atitude diferente da qual ele vinha tomando. Qual? Jerônimo não sabia ao certo. Mas ele pensou e chegou a uma conclusão que... que o fez pensar no processo. Que processo? O processo que resultou na posição onde estava. Valeu a pena trabalhar dia e noite e ter somente cinco minutos para Deus? Ou às vezes – aquele as vezes travestido de sempre – nem um minuto. Este processo transformou Jerônimo em um cara frio. Sua vontade de estar próximo a Deus não era mais a mesma. Comunhão com Deus era zero.
Sentindo agora um vazio profundo, pouco importava se ele era o grande Jerônimo Vasconcelos. Ele se sentia pequeno. Pegou sua bíblia – as más línguas me disseram que estava empoeirada – e abriu diretamente na parábola do jovem rico. Leu e fez diferente do jovem da parábola, ele se ajoelhou e disse ao Senhor “Eu vendo tudo o que tenho só para te seguir”. De imediato, Jerônimo escuta a voz de Jesus que disse “Eu não quero seus bens, filho, eu quero seu coração e você acabou de me dar”.
Agora mais leve, Jerônimo percebeu que seu coração não estava em Deus, estava no trabalho. Este era seu tesouro. Depois desse dia, nosso caro amigo não foi mais o mesmo homem. Casou, teve filhos, conseguiu ser o homem que sempre sonhara e tem uma nova convicção: tudo o que ele tem, foi com a permissão de Deus e não exclusivamente do seu próprio esforço.
E você, aonde deposita seu coração? Em quem? Qual o seu tesouro?

Quem somos?

Jovens que escolheram a santidade para todas as áreas de suas vidas, inclusive para os relacionamentos. Acreditamos que a família é um projeto tão importante que devemos investir nele antes mesmo do namoro e do casamento.

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