sábado, 8 de julho de 2017

Fui consultar o calendário para começar a escrever o texto de hoje: faltam 177 dias para 2018 começar. O passar dos anos, tem gerado em mim e nos amigos de longa data, a sensação de que o tempo passada rápido de mais nos dias de hoje. Lembro-me que em minha infância, esperava com ansiedade a chegada do mês de dezembro, que consigo trazia as férias, o Natal – meu aniversário, presentes e comidas gostosas; além de um cheiro diferente que pairava no ar com a chegada do verão e a expectativa de irmos; eu, minha irmã e nossos pais; a praia a bordo de um caminhão, que diante dos meus olhinhos de criança parecia enorme.

Sei lá / Tem dias que a gente olha pra si / E se pergunta se é mesmo isso aí / Que a gente achou que ia ser / Quando a gente crescer
Já É – Lulu Santos
As memórias de outrora, despertadas por fotografias, músicas, sabores, cheiros, reencontros e despedidas dizem muito sobre quem éramos e os sonhos que tínhamos nos “ontens” da nossa vida. Folhear o passado, nos faz analisar o agora e pensar em como será o amanhã vivido em cada novo dia. Recordar das promessas de final de ano que não saíram do campo das idéias, e ainda aguardam uma repescagem racional que as lancem na plataforma de auto-promessas para o ano seguinte, ilustra a verdade de que somos apenas mordomos e não donos absolutos das nossas vidas. Nessas horas, muitas vezes silenciosamente, perguntamos ao Senhor: o que a vida vai fazer de mim?



Os tropeços, rotas reorganizadas e passos pra traz que damos ao longo da história que construímos na Terra, são facilmente associados com as palavras escritas por Thiago entre os versículos 13 – 15 no capítulo 4 do seu livro:

E agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. No entanto, não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo.

Mesmo sabendo, incontáveis são as vezes que esquecemos: a vontade de Deus é soberana em todas as coisas. Nossas ilusões sobre o controle do universo ou da essencial separação do Criador são confrontadas sutilmente todos os dias, mas em momentos de travessia como a morte de um alguém querido, por exemplo, o entendimento da breve sutileza da vida é inevitável. Reconhecer-se no meio da dor, fragilidade emocional, distanciamento de um lugar de fluida esperança e fé, não é fácil, mas precisamos levar em consideração que a certeza de que nada escapa do controle e cuidado do Senhor, é algo funcional para o renovo das nossas forças e alimento da esperança que carregamos ao longo da vida. Sim... Viver não é fácil, mas existe esperança ao logo do caminho!

Beijos e Queijos,

Tacila Sousa


Gratidão ao Guilherme Bandeira, pela liberação do uso de seus cartoons nos meus "Rabiscos de Sábado: Razão x Emoção". Conheça mais deste trabalho em https://www.facebook.com/objetosinanimadoscartoon/.

Quem somos?

Jovens que escolheram a santidade para todas as áreas de suas vidas, inclusive para os relacionamentos. Acreditamos que a família é um projeto tão importante que devemos investir nele antes mesmo do namoro e do casamento.

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