quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Este texto não é sobre o filme de Van Damme, não é um merchandising da linha de cabelos da Lola e nem sobre o livro de J.K. Rowling. É sobre a pulsante vontade de viver as "terrenalidades" e a necessidade de morrer.

Textos com muitas perguntas -principalmente, retóricas- e pouca elucidação das questões são considerados ruins. Bom, eu farei perguntas. Respire. Leia. Pense e responda.

  1. Que tipo de vida você tem sonhado?
  2. O que você tem feito para alcançar?
  3. O que você tem suprimido para construir isto?
  4. Como imagina a sua morte: as pessoas que conviveu, os bens conquistados e o sentimento diante do fim? 


Viver é algo difícil, mas suponho que encontrei algo muito pior: o MORRER da carne. Do parto ao túmulo, passamos por muitas fases na vida. Aquela aulinha básica de ciências: nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e finalmente, morrer. Se formulássemos uma sequência de verbos no infinitivo para nossa a morte da carne, provavelmente fosse: descobrir, confessar, LUTAR, amar, orar, LUTAR, ler, LUTAR, cantar, praticar, LUTAR, anunciar e aguardar Ele voltar. Das muitas coisas que aprendi assistindo Grey’s Anatomy, é que o corpo luta, resiste para não morrer. O mesmo acontece com a nossa natureza pecaminosa.

Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro. (Filipenses 1:21)

Mortificar a carne, fugi da aparência do mal e não amar o pecado só é possível quando amamos e temos consciência do grande amor de Cristo.  O morrer para si e viver em Cristo citado por Paulo no livro de Filipenses não é uma morte instantânea como o título do texto sugere. A renúncia é diária, constante e sempre conflitante com a nossa vontade.

O que mais caracteriza nossa vida em Cristo é quando realmente deixamos de confiar na força do nosso próprio braço, no nosso bom histórico ou matamos tudo o consideramos suficientemente importante para nós. Como por exemplo, alguns sonhos e/ou modelo de vida (espiritual, social e financeira) que tanto lutamos. Paulo considerou toda boa tradição da linhagem israelita e sua circuncisão como secundário. Até mesmo sua má reputação de carrasco de cristãos foi lançada fora diante da morte de sua carne e na novidade de vida com Cristo.

Viver para Cristo é RENDIÇÃO para REDENÇÃO. Todos os dias. O que precisa morrer hoje?

Tainan Piantavinha

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Jovens que escolheram a santidade para todas as áreas de suas vidas, inclusive para os relacionamentos. Acreditamos que a família é um projeto tão importante que devemos investir nele antes mesmo do namoro e do casamento.

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